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Conheça empresas que atuam dentro de condomínios residenciais

Empresas trazem conveniência para os moradores e faturam com isso

 

 

De acordo com o último levantamento realizado pela Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais (ABRASSP), o mercado de condomínios movimenta cerca de R$ 165 bilhões por ano.

Com foco em segurança e conveniência, o setor é formado por negócios que vão desde serviços de limpeza a atividades de lazer personalizadas.

A diversidade das soluções também pode ser observada nas tecnologias criadas por startups, como plataformas de gestão financeira e sistemas de automação residencial. “Trata-se de um segmento que oferece boas oportunidades para empreendedores. Existem condomínios que apresentam orçamentos superiores ao de pequenas cidades”, diz Renato Daniel Tichauer, presidente da Associação dos Síndicos Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo (Assosindicos).

 

Conheça alguns desses negócios:

 

Lazer e gestão

A rede de franquias Up! Oferece serviços de assessoria de lazer e gestão esportiva para áreas comuns. Realizadas em quadras, salões e piscinas, as programações incluem aulas de natação, musculação, lutas, dança de salão e recreação infantil. Todas as atividades são acompanhadas por instrutores especializados.

Os serviços custam entre R$ 35 e R$ 110 por condômino. Presente na Grande São Paulo e na cidade de Jundiaí (interior do estado),a rede faturou R$ 5 milhões no ano passado —a expectativa é crescer 30% até o final de 2018. “Nosso modelo é atrativo para períodos de crise. O valor termina sendo menor o que uma família gastaria com academia, clube e aulas extras para os filhos”, afirma o sócio-diretor Adriano Borges,43 anos.

 

Feira

A Feira Premium Eventos organiza encontros fechados para moradores de condomínios comerciais e residenciais. A partir de uma rede de 380 parceiros, as instalações reúnem bancas de frutas, verduras e legumes, além de barracas de pastéis, massas frescas, salgados, queijos e bolos.

Atualmente, a empresa atende 53 condomínios na Grande São Paulo e nos municípios de Sorocaba, Jundiaí, Atibaia, Campinas, Paulínia, Vinhedo e Valinhos. Os serviços também incluem organização de happy hours e eventos gastronômicos. “Realizamos 28 festas juninas neste ano”, afirma o fundador Rafael Pinto Silva,34 anos. O faturamento médio está na casa dos R$ 15 mil por mês.

 

O aplicativo da Kiper permite o acesso a condomínios a partir da leitura de códigos QR — sem precisar usar chaves ou pedir ajuda de porteiros (Foto: Divulgação)

 

Sem chave

O aplicativo da Kiper permite o acesso a condomínios a partir da leitura de códigos QR—sem precisar usar chaves ou pedir ajuda de porteiros.

A startup catarinense também oferece uma solução de armários inteligentes para armazenamento de encomendas. “Oferecemos uma proposta baseada na combinação entre segurança e economia. Nosso índice histórico de cancelamento é inferiora 1%”, diz o CEO, Fabio Beal, 38 anos.

Com aproximadamente mil condomínios em seu portfólio, a Kiper faturou R$ 7,8 milhões em 2017. Um plano de expansão para a América Latina deve começar a ser implementado até o final do ano.

 

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios


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