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Corda náutica saem da rotina do mar para uma decoração marcante e resistente

Antes limitadas ao dia a dia no mar, as cordas náuticas migraram para a decoração e começaram a aparecer em balanços suspensos, cadeiras, poltronas e sofás.
 
Cordas náuticas sai da rotina do mar para uma decoração marcante e resistente
Inicialmente, a ideia era aproveitar a resistência e durabilidade do material em áreas externas.

Feita de materiais sintéticos, como o poliéster, o polietileno, o nylon e até o PET, a corda náutica tem como boa vantagem não se desgastar com as intempéries. Ela pode ficar exposta ao sol e à chuva sem se desgastar, ficar úmida ou desbotar.

Mais inspirações para a casa

Quando combinada com outros materiais resistentes à água, como os tecidos impermeáveis, a madeira e o alumínio, ela se torna uma ótima opção de mobiliário para a área da piscina ou para uma casa de praia.

Devido a essa conexão entre a corda náutica e o mar, sua cor mais clássica é o azul-marinho. Porém, também é comum encontrar peças em verde bandeira e em tons terrosos, que combinam bastante com a madeira. Para quem busca contraste, também existem peças em amarelo e vermelho.

Um toque artesanal nos ambientes internos

Além de vir em diferentes cores, a corda náutica chamou a atenção dos arquitetos e designers por ser altamente personalizável: ela pode ser trançada em inúmeras formas e padrões.

“O legal dos móveis com corda náutica é que eles trazem um toque artesanal para a decoração.”

Não existe uma máquina que faça os trançados dessas peças, então há uma forte valorização do ‘feito à mão'”, opina Paulo Biacchi, da Fetiche Design.

Para o designer, é também esse caráter artesanal que possibilita a transição dos móveis com corda náutica dos ambientes externos para dentro de casa.

“No ambiente interno você acaba não usando tanto a funcionalidade da corda. Porém, uma cadeira de corda náutica conta mais história do que uma simples cadeira de metal”, ele argumenta.

Famoso por seus quadros de “faça você mesmo” no programa “Decora” (GNT), Paulo Biacchi também ressalta que os móveis com corda náutica não são difíceis de serem reproduzidos em casa.

Além de comprar a corda náutica da cor escolhida, é necessário ter em casa uma peça base, vazada, para tramar.

“No final, tem que finalizar de uma forma que a ponta da corda não fique aparente. A pessoa pode tentar aprender a fazer um desses nós de marinheiro para dar o arremate final ou então tentar esconder essa ponta com um lacre plástico”, ele ensina.

Como acertar nas composições e outros usos

Os móveis com corda náutica podem dominar os ambientes externos. “Porém, para que o efeito não seja muito repetitivo, uma boa ideia é usar peças com tramas diferentes. Além disso, é preciso buscar um equilíbrio entre as cores e as proporções”, recomenda a arquiteta Karen Pisacane.

Já nos espaços internos, é preciso ter um pouco mais de cuidado para que o resultado final seja coerente com o espaço.

“Os móveis com corda náutica não são muito minimalistas. Por isso, nesse caso recomendo usá-las pontualmente, como um chamariz na decoração”, defende Paulo Biacchi.

“Em uma mesa de oito lugares, por exemplo, as duas cadeiras da cabeceira podem levar corda náutica, enquanto as demais são mais comuns, com mais cara de ambiente interno”.

Porém, a corda náutica pode desempenhar outros papéis dentro de casa. Karen conta que usou o material para criar uma grade de beliche infantil. “Queríamos algo diferente, colorido, resistente e, claro, que impedisse a criança de cair”, ela relata.

Esticadas do teto ao chão, as cordas também podem servir para a criação de uma espécie de biombo, que separa os ambientes sem bloquear a visão de um cômodo para o outro. Mais um exemplo da versatilidade das cordas náuticas na decoração.

 

 

Fonte: Nossa UOL

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