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Dicas para evitar problemas com o elevador do condomínio

Estar atento ao serviço prestado pela empresa de manutenção e escolher um equipamento de qualidade são itens fundamentais

 

O elevador pode ser considerado um invento genial, especialmente nas últimas décadas, onde morar em edifícios cada vez mais altos passou a ser um fator comum nas grandes cidades. São eles que transportam pessoas e mercadorias diversas vezes por dia, mas quando têm algum tipo de pane passam a liderar a lista de motivos que causam irritação dentro de um condomínio. Como evitar problemas e manter a ordem nestas situações?

Para Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, existem três passos fundamentais para que os elevadores deixem de ser vistos como um problema.

“É preciso que haja um contrato com uma empresa de manutenção cadastrada pelo Contru (órgão da Prefeitura de São Paulo responsável pela fiscalização da segurança dos imóveis da cidade). Além disso, essa empresa deve apresentar o relatório de inspeção anual, o RIA, à prefeitura.” O terceiro ponto destacado por ele é saber escolher o equipamento. “Não adianta ter uma boa empresa e o relatório se o equipamento não tiver qualidade”, completa.

Dor de cabeça frequente

Seja por falta de manutenção adequada ou equipamentos antigos ou de baixa qualidade, o fato é que muitos condomínios sofrem com seus elevadores. O condomínio Residencial Ilhas Marquesas, em São Paulo, é um deles.

“Entre duas e três vezes por semana o elevador para de funcionar”, comenta o morador Alexandre Marchi. O condomínio possui apenas um elevador por bloco e sempre que há alguma paralisação do funcionamento, o síndico é notificado e precisa chamar a empresa responsável.

Para Gebara, quando as falhas passam a ser frequentes é um sinal de que algo está errado.

“Se a empresa contratada sempre realiza as manutenções, mas as falhas persistem, é melhor ver se precisa haver troca do equipamento ou da empresa”, sugere.

Em prédios com elevadores de uso social e de serviço, ainda que haja as especificações de uso para cada um, quando ocorre um problema é preciso um pouco mais de flexibilidade.

“Se o elevador de serviço quebrou, o morador não pode interromper sua vida. Por isso ele poderá usar, sim, o elevador que está em funcionamento para transportar um animal ou as compras. Vai sempre do bom senso”, diz Gebara

Responsabilidade do síndico

Vale lembrar que o síndico tem autonomia para decidir os horários de manutenção preventiva dos elevadores e poderá acionar a empresa contratada sempre que for necessário, não sendo necessária autorização dos moradores, que só precisam ser notificados com antecedência sobre a manutenção. Por outro lado, quando o síndico negligencia os problemas do condomínio, incluindo os de serviço de elevadores, os moradores podem solicitar sua destituição do cargo.

Para cima e para baixo
  • Os melhores horários para agendar as manutenções preventivas são os que estão fora dos horários de pico, ou seja, fora do intervalo entre 7h e 9h e 18h e 20h
  • Se a empresa contratada não apresenta bons resultados, vale consultar novas empresas
  • As manutenções preventivas devem ser feitas mensalmente, mas se o equipamento volta e meia para de funcionar é necessário avaliar o que está errado

 

Fonte: iCondominial

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