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5 principais dúvidas na hora de financiar um imóvel

O financiamento imobiliário é uma das formas mais acessíveis para realizar o sonho da casa própria. Porém, muitas dúvidas surgem durante o processo de contratação.

 

dúvidas na hora de financiar um imóvel

 

Ter um imóvel próprio ainda é um dos maiores desejos de boa parte dos consumidores brasileiros, e, para conseguir realizá-lo, uma das formas mais acessíveis é contratando um financiamento imobiliário. Nesse caso, o montante de crédito é liberado com taxas de juros baixas e um longo prazo de pagamento.

No entanto, mesmo sendo a forma mais comum de se comprar um apartamento ou uma casa, muitas pessoas ainda possuem várias dúvidas referentes a essa modalidade.

Confira o post abaixo e veja a resposta para cinco delas!

 

1- Qualquer pessoa pode fazer um financiamento imobiliário?

A princípio, qualquer pessoa pode contratar um financiamento imobiliário para adquirir o seu imóvel. No entanto, cada instituição financeira possui seus próprios requisitos — o que significa que, caso o cliente não compactue com tais exigências, ele não poderá realizar o financiamento em questão.

Durante o processo de contratação do empréstimo, os credores costumam realizar uma análise financeira do cliente para terem certeza de que o risco de inadimplência envolvido é baixo. Caso ele possua o nome sujo, a chance de o crédito ser liberado é quase nula. Portanto, é correto dizer que, sim, qualquer pessoa pode contratar um financiamento, mas, para isso, precisa preencher certos requisitos financeiros.

2- Como funciona a análise de crédito feita pelos bancos?

Como dito acima, a maioria dos credores do mercado financeiro realizam uma análise do cliente para saber os riscos em relação a uma possível inadimplência por parte dele. Nesse sentido, todo o histórico de cobranças do consumidor em questão é considerado. Ter sido um bom pagador ao longo da vida conta muito nessa etapa.

Caso a pessoa não tenha atrasado contas, é provável que o seu score de crédito seja alto. A renda mensal também é outro fator de peso na hora de definir a pontuação do consumidor. Ao requisitar um alto valor de empréstimo, ele precisa, ao menos, possuir uma renda condizente com tal pedido.

3- Posso adquirir um financiamento mesmo não tendo um contracheque formal?

O caso de não possuir um contracheque formal ou um holerite diz respeito aos trabalhadores autônomos — que, naturalmente, não possuem registro empregatício. Não ter a carteira assinada, no entanto, não é um motivo para não conseguir contratar um financiamento imobiliário. É, sim, possível adquirir tal crédito.

Nesse caso, para comprovar a renda aos bancos, utiliza-se contratos de prestação de serviços ou recibos por trabalhos feitos. Qualquer certificado de caráter documental que possua valores referentes a renda do profissional podem servir nessa situação. O imposto de renda também é uma opção, visto que está estritamente relacionado aos ganhos do trabalhador.

4- Como os juros do financiamento são calculados?

Para quem está pensando em adquirir o seu primeiro imóvel, é preciso saber que as parcelas de quitação da dívida não são compostas apenas pela amortização. Os juros também estão embutidos, e configuram boa parte do valor a ser cobrado todo mês do consumidor.  Para entender como eles são definidos pelos credores, é mais fácil tratá-los como um produto.

Nesse sentido, é normal que fatores externos, como a inflação, afetem os valores praticados pelas instituições financeiras — o aumento da Selic também pode influenciar. Além disso, há toda uma análise da concorrência por parte dos credores, a fim de posicionar o seu próprio em uma posição vantajosa de venda.

5- Posso usar o meu FGTS para amortizar os custos do financiamento?

Financeiramente vantajoso, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode, sim, ser utilizado para saldar uma parte do financiamento imobiliário. No entanto, para isso ser possível, é preciso que ele tenha recebido, ao menos, 36 meses de contribuição — mesmo que em empregadores diferentes.

Ainda assim, é recomendável que o trabalhador reflita bastante a respeito de utilizar o seu FGTS para pagar o financiamento, visto que o fundo é destinado para situações emergenciais, como doenças ou o desemprego.

 

Fonte: GearSeo


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