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Empresa de segurança adota estratégia híbrida para proteção

De acordo com o GRUPO GR a inteligência em segurança patrimonial precisa unir uso de pessoal à novas tecnologias e envolve a decisão sobre quando e como usá-los

O mercado de segurança privada no Brasil é um segmento em ascensão. Segundo o VI ESSEG (Estudo do Setor de Segurança Privada) ao comparar o crescimento do número de empresas no setor de segurança privada em 2018 com o ano anterior, nota-se uma expansão de 2,6% no número de empresas. Já na comparação com o período de 2014 a 2018, nota-se uma expansão ainda maior, 5,7%. O número de trabalhadores também apresentou aumento – de 2017 para 2018 subiu 0,98%, totalizando 553,9 mil profissionais atuantes.

Observa-se não só o crescimento em números como também o desenvolvimento da inteligência estratégica aplicada a este mercado. Segundo Ricardo Franco, Diretor Comercial Nacional do GRUPO GR é preciso sempre analisar algumas frentes iniciais: localização (região, índices e tipos de criminalidade); patrimônio (além das pessoas, o que é preciso proteger); arquitetura (se o local tem controle de acesso ou não, setores de risco, perímetro delimitado); e tecnologia (quais podem ser empregadas, sejam câmeras, alarmes, proteção perimetral, como muros, cercas, alambrados, entre outras).

Dois fatores tem o maior peso na decisão sobre o plano de ação:

O controle de circulação e o acesso de pessoas. Para exemplificar, enquanto um condomínio e uma indústria têm como principio o acesso controlado e autorizado, no shopping a prerrogativa é do ambiente aberto a quem quiser acessar. Outro fator a ser destacado é o perímetro, pois geralmente os shoppings têm arquitetura fechada e protegida, enquanto condomínios e indústrias contam com muros nem sempre adequados, e por isso é necessário o uso de tecnologia de proteção perimetral. Para condomínios, indústrias e centros logísticos é muito indicada a utilização de drones.

De acordo com Ricardo Franco há também diferenças de avaliação dos riscos, índices de criminalidade e culturas regionais: “geralmente uma indústria que atua em diversos estados tem de 70% a 80% de seus procedimentos padronizados, sendo que a variação de 30% a 20% será de procedimentos específicos considerando estes aspectos regionais”.

A combinação do uso de tecnologia com a contratação de uma equipe bem treinada de agentes de segurança privada permite hoje ter um tempo de ação quase que imediato segundo Franco.

Desta forma, é quase impossível hoje pensar numa estratégia de segurança que não utilize os diversos recursos disponíveis no mercado.

“É por causa de todos esses fatores combinados que o planejamento de segurança envolve uma estratégia híbrida. A primeira visão que deve ser considerada é a integração entre a tecnologia e a segurança humana, o que representa melhor ou pior efetividade nos serviços”, comenta Franco.

 

 

Fonte: Jornal Dia Dia

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