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Segurança e limites: os problemas de fim de ano dos condomínios

Com o aumento de visitantes e de crianças circulando nas áreas comuns, é necessário reforçar a fiscalização na entrada e negociar a convivência.

 

problemas de fim de ano dos condomínios

 

O fim do ano já está aí e, para quem mora em prédios ou condomínios, em muitos casos, começa a tortura. É um entre e sai de pessoas estranhas, crianças e adolescentes fazendo barulho no playground até tarde e a clássica disputa pelo uso do salão de festas. Não adianta, a saída é a negociação. E prévia, se possível.

Eduardo Santos, gerente de gestão total da administradora de condomínios Apsa, conta que os problemas mais comuns nessa época são os relacionados à segurança — ou melhor, à falta dela — e a grande movimentação de filhos de vizinhos que, de férias, brincam até mais tarde nas áreas comuns e incomodam os vizinhos:

— Nesta época do ano é muito comum ter um grande de trânsito de pessoas, o que torna difícil o controle da segurança. Outro problema corriqueiro é que aumenta a movimentação das crianças.

É complicado por dois aspectos:

O da própria segurança delas, que deve ser redobrada tanto pelo condomínio quanto pelos pais, como o da bagunça em excesso. Os pais devem supervisionar e, de uma forma geral, pede-se um pouco de paciência por parte dos moradores também neste período — orienta Santos.

Solução

A solução, segundo o gerente da Apsa, é que o condomínio coloque o quanto antes avisos para reforçar as regras de convivência e de segurança do prédio, por meio de circulares e até mesmo de avisos em áreas comuns e elevadores. Uma das dicas condomínios de grande porte é contratar um serviço de recreação, que deve estar previamente no planejamento anual.

Geraldo Victor, gerente de condomínios também da Apsa, acrescenta a importância de se reforçar a identificação na entrada de entregadores e visitantes. A orientação dele, neste período, é que o morador busque a encomenda na porta.

— Alguns bandidos se aproveitam da grande movimentação e do aumento de pedidos de entrega durante o período de festas para agir — esclarece Victor.

A gerente geral da Protel Administradora, Cristiane Salles, reforça ainda que há um outro tipo de perigo nas áreas comuns, que pode ser evitada com a simples colaboração dos próprio moradores:

— O uso de garrafas ou copos de vidro na área da piscina e espaços comuns acontece muito e é um grande perigo. Qualquer um pode se machucar — diz ela, ressaltando que entre outras medidas preventivas, o condomínio deve providenciar um guardião para a piscina e reforçar o número de seguranças.

Cristiane lembra que outro problema comum é a briga pelos salões de festas. Segundo ela, na maioria dos condomínios já está previsto no próprio regimento o veto de uso em dias como Natal e Ano Novo. Porém, se este não é o seu caso, a sugestão da gerente da Protel é que o condomínio promova uma festa de confraternização com todos os moradores.

 

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Fonte: O Globo

 

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