Publicado em 12 de janeiro de 2026
As novas regras de condomínios e seus reflexos jurídicos na convivência condominial Estamos passando por algumas novidades no que diz respeito às regras condominiais que visam prevenir conflitos, reduzir litígios jurídicos e fortalecer o princípio da função social da propriedade.
Estamos passando por algumas novidades no que diz respeito às regras condominiais que visam prevenir conflitos, reduzir litígios jurídicos e fortalecer o princípio da função social da propriedade.
Atualmente, diante das transformações sociais, tecnológicas e comportamentais, é muito comum que as pessoas morem em condomínios, que é uma forma peculiar de propriedade coletiva, onde existem regras internas que garantem e adequam a convivência entre os condôminos e a observância da legislação vigente.
Nesse contexto, surgem as chamadas “novas regras de condomínio”, que refletem não apenas mudanças normativas internas, mas também interpretações contemporâneas do Direito Condominial.
As regras do condomínio encontram respaldo jurídico no Código Civil, na Convenção Condominial e no Regimento Interno, disciplinando aspectos práticos da convivência cotidiana.
Estamos passando por algumas novidades no que diz respeito às regras condominiais que visam prevenir conflitos, reduzir litígios jurídicos e fortalecer o princípio da função social da propriedade, tais como:
*Uso e locação de unidades por meio de plataformas digitais;
*Normas relativas à circulação e permanência de visitantes e prestadores de serviço;
*Regras específicas para utilização das áreas comuns;
*Medidas de segurança e controle de acesso;
*Penalidades mais claras e proporcionais em caso de infração;
*Regras relacionadas à realização de obras nas unidades autônomas;
*Regulamentação sobre animais domésticos, em consonância com a jurisprudência dos tribunais superiores.
Embora o condomínio possua autonomia normativa, esta não é absoluta, pois as regras internas não podem contrariar a Constituição Federal, as leis vigentes, os direitos fundamentais dos condôminos nem a jurisprudência consolidada. Toda nova regra deve observar os princípios da razoabilidade, proporcionalidade e legalidade.
As novas regras de condomínios representam um instrumento jurídico essencial para a organização da vida condominial, desde que elaboradas com base legal, clareza normativa e respeito aos direitos individuais.
A atualização periódica da convenção e do regimento interno contribui para a segurança jurídica, a redução de conflitos e a promoção de uma convivência equilibrada entre os condôminos.
Assim, recomenda-se que as alterações sejam sempre discutidas em assembleia, assessoradas por profissionais especializados e amplamente divulgadas, garantindo transparência e eficácia normativa.
Fonte: tribunademinas
Comente essa postagem
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos marcados com * são obrigatórios.
Seu comentário será moderado pelo Viva o Condomínio e publicado após sua aprovação.