Publicado em 2 de dezembro de 2020

Luminárias: os diferentes tipos e como usar na decoração

Luminárias: os diferentes tipos e como usar na decoração. Especialistas desvendam as características das luminárias para cada objetivo.

Especialistas desvendam as características das luminárias para cada objetivo

Luminárias: os diferentes tipos e como usar na decoração

Na decoração, a iluminação é parte importante dentre os fatores que interagem entre si para um bom resultado. De teto, de mesa, de parede ou de chão, não importa qual o tipo, mas prestar atenção nesse detalhe é mais do que necessário. “Quando assinamos um projeto, a luz se torna um elemento-chave nos quesitos harmonia e conforto dos ambientes”, diz a arquiteta Tânia Braida, sócia do arquiteto Bernardo Gaudie-Ley no escritório Beta Arquitetura. Ela, a arquiteta Carina dal Fabbro e o apresentador Davi Lopes, do Shoptime, explicam os principais tipos de luminárias abaixo.

Lustres

Normalmente, os lustres são compostos por mais de uma lâmpada, apresentam braços e seguem principalmente o estilo clássico. Feitos com metal, cristais ou vidro, possuem muitos detalhes e são sustentados por cabos, correntes ou fios. “Considerado como um item de iluminação de efeito geral, o lustre é ideal para valorizar os ambientes como peça de destaque”, diz Carina.

Pendentes

Diferente do lustre, o pendente costuma ter um porte pequeno e apenas uma lâmpada em sua composição, que utiliza correntes, cabos ou fios para a sua sustentação. É possível diferenciá-lo também pelo estilo que acompanha a peça, em grande parte, moderno, contemporâneo ou industrial. “São ideais para iluminar pontos específicos, como mesas de jantar, balcões e laterais da cama”, indica Davi.

Plafons

Peça fixada diretamente no teto e que possui duas formas de aplicação: embutir ou sobrepor. “A primeira, é indicada apenas para forro rebaixado. Na segunda, é livre o tipo de base para sua fixação”, explica Carina. Quanto ao design, há variedade de formatos, como quadrados, retangulares, redondos ou até mesmo orgânicos.

Arandelas

Consideradas uma iluminação secundária, as arandelas podem ser inseridas em qualquer tipo de parede. “Tornaram-se peças decorativas, muitas com design assinado, disponíveis em uma infinidade de estilos e acabamentos”, observa Tânia. “Boa ideia para sair da solução óbvia de iluminação proveniente do teto”, sugere Carina. Além disso, é boa solução para otimizar o espaço quando a mesa de cabeceira não comporta uma luminária.

Spots

Hoje com uma nova leitura, os spots voltaram a se destacar em trilhos de sobrepor ou até de embutir. “Eles dão mais personalidade aos ambientes e permitem ainda mudar a luz conforme a posição de quadros e outros pontos que requerem destaque”, diz Tânia. Carina acrescenta que são ideais para quem gosta de décor industrial e ainda podem ser utilizados para realizar a iluminação de passagens.

Abajures

Queridinho da decoração dos quartos, o termo francês abajour significa “abaixar a luz”, referente ao fato de resguardar e suavizar a intensidade de luminosidade no espaço em que é inserido – principalmente ao lado de camas, poltronas e sofás. Marcada pela presença da cúpula, a peça é produzida principalmente nos estilos clássico e retrô.

Luminárias de mesa

Ideais para quem está procurando um tipo de iluminação para compor um espaço de trabalho ou bancada de estudos. “Diferente do abajur, este modelo, normalmente, não possui cúpulas, tem design moderno e hastes articuláveis, que contribuem para a adaptação a cada tipo de local e necessidades do usuário”, explica Carina.

Luminárias de piso

Também chamadas de colunas, são peças práticas, pois se apoiam na própria estrutura e dispensam pontos elétricos preexistentes, porque são conectadas diretamente na tomada. Há tanto opções modernas, com hastes flexíveis, quanto clássicas, com a presença de cúpulas. “Boa pedida para valorizar um cantinho especial”, indica Carina.

 

 

Fonte: Revista Casa e Jardim

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